Em uma época muito longínqua, os nossos ancestrais formaram essa vila... Contando a história verbalmente era a forma de transferir o conhecimento as demais, conhecimento esse que estava armazenado na mente dos mais velhos. Posteriormente viu-se uma forma mais eficaz, através da arte rupestre, logo após veio a escrita. Atualmente temos um vasto conhecimento dentro, em sua grande parte, dos mais diversos aparatos tecnológicos.
Liberdade de expressão - De modo informal, brincando de interligar, teorizar e problematizar os mais diversos assuntos em diferentes perspectivas. Não havendo certo ou errado, apenas opiniões e versões divergentes de uma mesma realidade.
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sábado, 14 de maio de 2011
terça-feira, 15 de junho de 2010
Segurança da Informação - Um conhecimento necessário
A segurança da informação deve estar além da proteção tecnológica contra hackers, engenheiros sociais ou outras ameaças oriundas da própria rede de computadores, visto que extrapola em muito o escopo tecnológico. Ela deve ser considerada como algo mais amplo que permita que as organizações ou pessoas evitem perdas, seja pela revelação de informações confidenciais ou secretas, pela quebra da imagem e reputação, pelo roubo financeiro direto ou por qualquer outro dano que a ameaça venha a prover. Desta forma, deverão estar presentes processos estudados e homologados por pessoas com conhecimentos elevados tanto da área de segurança como da estratégia empresarial ou do meio social para prover materiais suficientes para se ter uma educação em massa da população.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
O Processo Educacional dos Usuários: Da Conscientização à Educação
Cada vez mais, ameaças e intrusos exploram usuários e suas vulnerabilidades na execução de seus ataques. Torna-se, portanto, uma estratégia interessante conscientizar e educar os funcionários para que eles sejam, sempre que possível, uma extensão dos mecanismos de detecção e resposta da plataforma de segurança da informação empresarial que se encontra em constante busca de um ambiente menos vulnerável e cada vez mais seguro.
terça-feira, 8 de junho de 2010
A Trinca Essencial da Segurança da Informação.
Em busca de um ambiente mais seguro, venho falar um pouco dos pilares que deverão ser lapidados e colocados como uma engrenagem, onde se uma é danificada, irá comprometer todo o maquinário.
A primeira parte desta trinca trata do aspecto das tecnologias. Não é viável criar uma estrutura de segurança da informação, com normas e políticas definidas, sem soluções avançadas que cuidem da grande diversidade e quantidade de pragas que se proliferam nos computadores e na Internet. Mas, antes da implementação da tecnologia, é necessária a realização de procedimentos que diagnostique os problemas e ofereçam soluções, pois nem sempre a tecnologia mais nova é a mais recomendada ou a mais apropriada para a situação e caso essa não se alinhe aos processos e pessoas que venham a utilizá-la, poderá, em alguns casos, agravar o problema.
A primeira parte desta trinca trata do aspecto das tecnologias. Não é viável criar uma estrutura de segurança da informação, com normas e políticas definidas, sem soluções avançadas que cuidem da grande diversidade e quantidade de pragas que se proliferam nos computadores e na Internet. Mas, antes da implementação da tecnologia, é necessária a realização de procedimentos que diagnostique os problemas e ofereçam soluções, pois nem sempre a tecnologia mais nova é a mais recomendada ou a mais apropriada para a situação e caso essa não se alinhe aos processos e pessoas que venham a utilizá-la, poderá, em alguns casos, agravar o problema.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
A Interferência humana na Segurança da Informação
Ao se falar em tecnologia, é imprescindível considerar três pilares de tamanhos iguais, os quais devem interagir e prover um suporte mais rígido e embasado para a segurança da informação. Esses pilares são as próprias tecnologias, os processos e as pessoas. Não adianta fortalecer um deles, sem que todos os outros estejam equilibrados, entretanto isto é o que vem ocorrendo nas empresas, normalmente focando em tecnologias (produtos) e tentando implantá-las, muitas vezes sem um sucesso total por esquecer os demais aspectos. Por isso, a segurança da informação precisa envolver tecnologias, processos e pessoas em um trabalho cíclico, contínuo e persistente, com a consciência de que os resultados estarão consolidados em médio prazo.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Segurança da Informação: tenha uma visão ampla ou caminhe para o fiasco
Quanto maior a dependência da conectividade gerada pelas redes de computadores que a corporação tem, maior deve ser a preocupação com a segurança. E isso significa preocupar-se com diversas variáveis que nem sempre são enxergadas pelas companhias e seus gestores, sendo elas: a segurança física e lógica, a integridade de dados, o perigo de vazamento de informações, as vulnerabilidades dos computadores e dos sistemas utilizados, além dos próprios usuários, esta última variante podendo ser gerada por falta de conhecimento, por esperteza ou maldade.
terça-feira, 20 de abril de 2010
A nova sociedade e a nova tecnologia. Desafios da segurança da informação.
Na sociedade atual, competitiva e que necessita de ações e tomadas de decisões rápidas, a obtenção e guarda do conhecimento é de suma importância. Neste contexto, a informação tornou-se um dos mais valiosos ativos das empresas, visto que, as informações manuseadas nas corporações podem gerar tanto lucro quanto grandes prejuízos para a organização. Com o avanço da tecnologia, cada vez mais o conhecimento está sendo transferido da mente humana e dos papéis para os aparatos tecnológicos, cabendo à tecnologia da informação e comunicação (TIC) processos como manipulação, guarda e tráfego de informações corporativas, muitas delas confidenciais, em um ambiente heterogêneo, complexo e distribuído.
Nesta nova situação, percebe-se a ampliação dos papéis da TIC. Sendo ela responsável pelo gerenciamento de um bem com valor, muitas vezes, imensurável. Consequentemente, estas informações são extremamente visadas e os mais diversos tipos de ameaças buscam alcançá-las. Diante deste cenário, percebe-se a existência de duas forças: de um lado as empresas que se esforçam para manter protegido seu bem vital, especialmente as informações avaliadas como estratégicas; e, em sentido oposto, encontram-se os invasores que objetivam captar ou adulterar as informações, sendo movidos pelos mais variados fatores (lazer, desafio, vingança, protesto), mas normalmente visando alguma forma de impacto financeiro.
Diversos tipos de ameaças tentam, por diversos meios, ter acesso as informações. Pensando desta forma, a segurança das mesmas no ambiente de TIC torna-se extremamente relevante o que justifica as constantes pesquisas parar ampliar as tecnologias de segurança e seus processos. Porém, a quantidade de pessoas envolvidas no processo, faz com que o uso dos melhores artefatos de segurança não seja suficiente para garantir a guarda e o correto uso das informações. A quantidade de pessoas envolvidas nos processos internos unidos com a falta de uma correta política de gerenciamento e manuseio deste bem fazem com que casos relacionados à perda de informações, roubos de dados, engenharia social e sabotagem de TIC estejam cada vez mais freqüentes nos noticiários.
Diante desses fatos se vive um novo dilema, você tenta contralizar tudo em algo que teoricamente vai lhe ajudar e essa nova mentalidade, em alguns casos, lhe traz riscos que antes não existiam. Assim como algumas vulnerabilidades que não foram pensadas e que não tem como corrigir, seja por falta de conhecimento ou tecnlogia, pelo preço ou, até mesmo, por decisão de assumir o risco. É o preço das invoações, mas aposto que isso os vendedores e o pessoal da informática não lhe avisaram...
Nesta nova situação, percebe-se a ampliação dos papéis da TIC. Sendo ela responsável pelo gerenciamento de um bem com valor, muitas vezes, imensurável. Consequentemente, estas informações são extremamente visadas e os mais diversos tipos de ameaças buscam alcançá-las. Diante deste cenário, percebe-se a existência de duas forças: de um lado as empresas que se esforçam para manter protegido seu bem vital, especialmente as informações avaliadas como estratégicas; e, em sentido oposto, encontram-se os invasores que objetivam captar ou adulterar as informações, sendo movidos pelos mais variados fatores (lazer, desafio, vingança, protesto), mas normalmente visando alguma forma de impacto financeiro.
Diversos tipos de ameaças tentam, por diversos meios, ter acesso as informações. Pensando desta forma, a segurança das mesmas no ambiente de TIC torna-se extremamente relevante o que justifica as constantes pesquisas parar ampliar as tecnologias de segurança e seus processos. Porém, a quantidade de pessoas envolvidas no processo, faz com que o uso dos melhores artefatos de segurança não seja suficiente para garantir a guarda e o correto uso das informações. A quantidade de pessoas envolvidas nos processos internos unidos com a falta de uma correta política de gerenciamento e manuseio deste bem fazem com que casos relacionados à perda de informações, roubos de dados, engenharia social e sabotagem de TIC estejam cada vez mais freqüentes nos noticiários.
Diante desses fatos se vive um novo dilema, você tenta contralizar tudo em algo que teoricamente vai lhe ajudar e essa nova mentalidade, em alguns casos, lhe traz riscos que antes não existiam. Assim como algumas vulnerabilidades que não foram pensadas e que não tem como corrigir, seja por falta de conhecimento ou tecnlogia, pelo preço ou, até mesmo, por decisão de assumir o risco. É o preço das invoações, mas aposto que isso os vendedores e o pessoal da informática não lhe avisaram...
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